domingo, 10 de fevereiro de 2013

Só Os Miseráveis Julgam.


Caros leitores.

Para entender “o porque” do presente poema, leiam antes os seguintes textos:







O que é a miséria?
Quem sois vós para julgar alguém miserável?
Como se atrevem a definir miséria?

Somente o Perfeito pode tal intento.
Dentro da ótica humana, tudo é relativo.
Quem é o mais miserável no momento?
O rico tolo que tudo esbanja ou o pobre sábio que vive reflexivo?

A miséria está nos olhos de quem quer ver.
A miséria e dita pelos padrões daquele que julga.
A miséria é a extremo oposto do vosso querer.
Mas a vossa ambição não é o que o outro promulga.

Definir a miséria alheia por vossos valores.
Este sim é um ato miserável.
Não se importem com as misérias exteriores.
É no espírito que se vê o verdadeiro miserável.

A posse externa é um reflexo torto.
Ela é moldada pela ambição interna.
Quais os valores plantados neste horto?
Descubras, e terás luz nesta caverna.

Abstenham-se de julgar a miséria alheia.
Estendam as mãos para quem a busca.
Ajudem, não fiquem apenas na plateia.
Enquanto isso, sua própria miséria se ofusca.




Caro leitor, depois deste poema, leia também:

Quanto Vale Sua Camisa - Mas O Qué Que Eu Sei?!

O Desejo De Um Miserável: Não Usar Mais Camisa - Diário Da Solidão

2 comentários:

  1. Falou bonito! Parabéns Gilson.

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  2. Walnice Helena Zuffo14 de fevereiro de 2013 01:49

    Arrasou, caro poeta. Parabens!

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Muito obrigado por sua opinião.